O remédio que todo brasileiro leva na mala e que pode te deixar na mão nos EUA e Europa  .

Muita gente descobre isso só quando precisa: alguns medicamentos comuns no Brasil simplesmente não existem ou são proibidos em outros países.

E o maior exemplo é a DIPIRONA.

A Dipirona (metamizol) é extremamente comum no Brasil para febre, dor e mal-estar. Está em marcas populares e faz parte da “farmacinha” de praticamente toda família brasileira.

Mas nos Estados Unidos ela é proibida desde 1977.

O motivo é o risco raro, porém grave, de aplasia medular e agranulocitose — doenças que afetam a produção de células sanguíneas. Por isso, a Food and Drug Administration nunca aprovou o medicamento no país.

Resultado:

  • você não encontra em farmácias americanas;
  • não existe equivalente direto nas prateleiras;
  • e pode haver questionamentos na imigração dependendo da quantidade transportada.

Na União Europeia o cenário muda conforme o país.

Em lugares como:

  • Espanha
  • Portugal
  • Alemanha

a dipirona ainda é vendida sob controle ou com regras específicas.

Já em outros países europeus, o padrão para dor e febre costuma ser:

  • Paracetamol
  • Ibuprofeno

Nos EUA, o paracetamol é vendido principalmente pela marca Tylenol.

A solução universal para viagem

Se existe um remédio “global” para montar sua farmacinha internacional, ele é o:

Ibuprofeno

Nos Estados Unidos, você encontra facilmente como Advil.

Na Europa, uma das marcas mais conhecidas é Brufen.

Por que ele é o mais seguro para viagem?

  • mesma molécula no mundo inteiro;
  • fácil de encontrar;
  • cobre dor e inflamação;
  • usado para febre, dor muscular, dor de cabeça e inflamações leves.

Dose adulta mais comum:

  • 400 mg a 600 mg (seguindo orientação médica e bula).

Medicamentos que exigem atenção nos EUA e Europa

Além da dipirona, outros remédios comuns no Brasil podem causar problemas internacionais.

Medicamentos controlados

Exigem receita médica — preferencialmente em inglês:

  • Clonazepam
  • Alprazolam
  • Zolpidem
  • Metilfenidato
  • Lisdexanfetamina
  • Tramadol
  • Codeína

Medicamentos para TDAH, opioides e ansiolíticos costumam receber fiscalização maior tanto nos Estados Unidos quanto na União Europeia.

As 4 dicas que salvam qualquer viagem

→ Tudo na bagagem de mão

Mala despachada pode:

  • extraviar;
  • atrasar;
  • sofrer variação extrema de temperatura.

Medicamento importante sempre vai com você no avião.

→ Embalagem original com bula

Principalmente na Europa, agentes alfandegários podem verificar:

  • nome do medicamento;
  • composição;
  • validade;
  • identificação correta.

Nada de levar comprimido solto em potinho sem identificação.

→ Controlado = receita em INGLÊS

Leve:

  • receita;
  • laudo médico;
  • nome genérico da substância;
  • dosagem.

Isso reduz muito o risco de retenção ou questionamento.

→ Medicamento crônico exige planejamento

Quem usa:

  • insulina,
  • hormônios,
  • remédios cardíacos,
  • anticonvulsivantes,
  • medicamentos psiquiátricos,

precisa viajar com:

  • dose extra;
  • organização de horários;
  • adaptação ao fuso;
  • bolsa térmica (“cold bag”) se necessário.

Saúde na viagem não é detalhe

É o que separa férias tranquilas de prejuízo, emergência médica e dor de cabeça em outro país.

Montar uma farmacinha internacional inteligente evita:

  • gastar em atendimento médico;
  • perder dias de viagem;
  • problemas na imigração;
  • dificuldade para encontrar medicamentos equivalentes.
  • Fazer um plano de saúde no Brasil

Já salva esse post ou mande para aquele amigo.  Nós elaboramos um roteiro personalizado, de acordo com os seus interesses, orçamento e tempo disponí­vel, para que você e seus acompanhantes possam desfrutar de momentos incrí­veis com muito conforto e segurança.

Consulte nós.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site is protected by reCAPTCHA and the Google Privacy Policy and Terms of Service apply.